Segunda-feira, 13 de Fevereiro de 2006

(DES)NORTE

Um ano passa! Ao utilizarmos esta terminologia, o que ganhamos com isso? Porquê contar a vida em míseros minutos? Como é que isso pode caracterizar as nossas vivências, tristezas, mágoas, dores? A resposta é…não pode!!! Minutos como instrumentos de caracterização de anos, apenas reflectem tempo, não vida passada.

Amor, é essa a simples mensagem de cada um de nós para com os outros. É tão simples que estranhamos, tão simples que muitos tentam racionalizar para complicar. Em vão, direi…

Simplicidade real de tudo, o amor subjuga-nos, controla-nos, enfurece-nos, realiza-nos, independentemente do modo como se nos apresenta.

Facilmente se compreende, mas tantas vezes se esquece, que existem inúmeras maneiras de amar. Reparem na forma como se ama os amigos, na forma como se ama os pais, irmãos, família, namorado/a (s). Amamo-los de imensas formas e a partir do momento em que o fazemos, iremos sempre fazê-lo, quer queiramos quer não.

É um pouco mais complexo tentar explicar, que apesar de termos amado alguém no passado, a capacidade de amar não se esgotou nessa pessoa. Não deixamos de amar quem já amámos, apenas re-significamos esse sentimento, daí as inúmeras formas de amar. A próxima pessoa por quem nos apaixonarmos também será amada, não mais ou menos que a anterior, não mais nem menos que a um pai, irmão ou amigo, mas sim de forma única.

O amor é livre por imposição, e o amar é em tudo contrário a sermos racionalmente perfeitos! De características vincadas, mas com representações heterogéneas, o amor não é uma opção de escolha, mas sim uma constante da nossa vida…

Temos dito.

Ass: Tobias

pregado por Alfinete de Peito às 01:22

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10 comentários:
De brun0.m@rkez a 13 de Fevereiro de 2006 às 15:29
Belo post! Mas assim a falar de amor devia ter sido postado amanhã!! :)

Nunca devemos esquecer amores passados por forma a fechar cicatrizes, devemos guardar sempre os melhores momentos, os mágicos no nosso cofrezinho.

Cumps
De Keimadela a 13 de Fevereiro de 2006 às 19:02
Gostei de ler, mas a verdade é que o verdadeiro amor é como um fantasma, todos falam nele, mas nunca ninguém o viu. Amor não é para ser falado, mas sim praticado, demonstrado. E sim existem vários tipos de amor, mas existirão vários tipos de entrega? é complicado...
Amar o próximo? Será mesmo possível amar (excluido familia, amigos, etc...) 100 pessoas ao longo duma vida todas de maneira diferente? Se calhar é possível, mas eu gosto de acreditar que não. Romântico? talvez...

(boa escrita, Parabéns!)

Abraço Numenesse
De RG a 13 de Fevereiro de 2006 às 19:56
Keimadela: então n é como um fantasma, é como um "pilhão" :o)
Tobias: texto muito inspirado, parabéns!!
De TMara a 14 de Fevereiro de 2006 às 19:16
e mtº bem dito. Oamor move o mundo, não o $. Sem amor estiolamos. N/ existimos.
bjocas de luz e paz.
De TMara a 14 de Fevereiro de 2006 às 19:16
2ª P.S - Actaulaizei os meus 3 blogues.
De Raquel V. a 14 de Fevereiro de 2006 às 20:56
Ao meu jeito...
Tenho dito
De Pomegranate a 15 de Fevereiro de 2006 às 20:42
Tá bem... mas isso só se aprende quando gostamos e percebemos que somos de facto capazes de continuar a gostar... E nem toda a gente já gostou mesmo muito... eu demorei cerca de 5 namorados até gostar de algum mesmo!
É como não ser a primeira! É como casar com um homem divorciado... só compreendemos melhor se tivermos passado ou compreendermos situações semelhantes... maturidade? Maturidade para se gostar e para se aceitar a outra pessoa e a sua história... provavelmente!
Ainda bem que sentes isso... que não te esgotaste, ainda bem que consegues re-definir esses sentimentos (admiro isso... por até agora nunca ter sido verdadeiramente capaz disso...)...
Contudo, é inegávél que se gosta das pessoas de formas diferentes... mas umas mais que outras... e quem não gosta de ser especial para a outra pessoa?
De Su a 18 de Fevereiro de 2006 às 17:54
o amor é ..... tudo isso e ,muito mais, pois é um sentimento simples e por nós complicado
goeti de ler
jocas maradas
De intimidade indecente a 28 de Fevereiro de 2006 às 18:51
Meus amores, este vosso texto está belíssimo, um verdadeiro tratado psicológico sobre o amor e nisso vocês já sabem como eu sou exigente... ;)
Beijo enorme, cheio de saudades*
De Antónimo a 12 de Junho de 2006 às 21:31
Pois é..o amor..kt mais o evitamos, mais ele se insunua sobre a nossa alma e nos obriga a pensar na importância inexorável que tem na nossa existência!
Re-definir sentimentos?Pois..acho que ainda não alcançei maturidade suficiente...

Parabéns pelo pensamento!Obrigada por nos fazerem reflectir em algo tão substancial nas nossas vidas!

Beijinhos!

Fabi

Espeta-o

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