Domingo, 15 de Janeiro de 2006

SHOW DE BOLA

O Ministério de (In)Justiça tem dois pesos e duas medidas, de forma a equilibrar a balança (ou não fosse esse o seu símbolo). Como tal decidiu que seria melhor para o bem-estar do ministério ganhar um bocadinho de sotaque brazuca.

No Ministro da (In)Justiça, Adalberto Bosta e seu compincha António Imorais do IGFPJ, estavam um dia em amena cavaqueira quando se aperceberam que em todo o lado havia um funcionário brasileiro, menos no ministério em causa. Assim sendo, Adalberto exigiu a Imorais que lhe arranjasse uma brazuca até ao final do dia.

Imorais, desesperado, decidiu ir dar um passeio até ao Centro Comercial CuLombo, onde subitamente foi abordado por Marineide Crica, empregada do Restaurante “Mete-me o bacalhau de molho!”, com um expressivo “Oi, cara!”. Foi nesse preciso momento que Imorais soube que Marineide era a pessoa ideal para gerir o departamento de “Comes, Bebes e Fo**s” do Ministério. Eis o Curriculum Vitae de Marineide Crica:


Adalberto Bosta considera esta a segunda das suas contratações de lux mesmo muito muito necessárias. A anterior ocorreu em Outubro passado, com a contratação de Susana Boa, justificada pelos seus lindos olhos, como podemos verificar no seguinte despacho do Ministério da (In)Justiça:


Factos Reais: António Morais contratou sem recurso a concurso, Neide Becker, ao contrário do exigido por lei. Neide, até então funcionária de um restaurante no Centro Comercial Colombo, tinha a seu cargo o sector de aprovisionamento e distribuição de todo o conjunto de restaurantes que a sociedade “Senhor do Bacalhau” possui. O caso veio a público através da edição da semana passado do jornal “O Independente”, no qual Neide foi requisitada para ser responsável pelo departamento de logística do IGFPJ, auferindo a modica quantia de 1700 € mensais.

Pensamento do Dia: Interessante o facto de que até para estágios profissionais ser necessário concurso, e neste caso ter sido “ultrapassado” esse pequeníssimo pormenor. Gostávamos de uma explicação. Temos Centros de Emprego a abarrotar com gente qualificada e a necessitar de trabalhar, e não fazemos aí os recrutamentos. Atendendo a que temos mais funcionáios públicos que Espanha e França, e atendendo também à nossa densidade populacional, porque é que não escolhemos um dos milhares de funcionários públicos considerados “excedentários”? Portugal...o país de falsos moralismos sociais.

Temos dito.
Ass: Grizo e Mercador.

pregado por Alfinete de Peito às 15:37

link da posta | Junta-o aos melhores!
De Misty a 17 de Janeiro de 2006 às 10:18
Olá, Alfinetes.

Subitamente, fiquei sem vontade de rir.

bjs
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